Aspirador de secreção hospitalar: que técnicas existem?

Peça fundamental para a desobstrução das vias aéreas, nomeadamente em casos de pacientes intubados, o aspirador de secreção hospitalar realiza uma série de técnicas, como a aspiração orotraqueal, a aspiração nasotraqueal e a aspiração endotraqueal. Apesar de todas terem a mesma finalidade, há certas diferenças entre cada uma destas intervenções. 

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Aplicadas por um aspirador de secreção hospitalar, as aspirações orotraqueal e nasotraqueal têm riscos

aspirador de secreção hospitalarRealizada através da boca, a aspiração orotraqueal requer alguns cuidados. Por exemplo, em primeiro lugar, é necessário colocar o paciente em flexão de pescoço e em hiper-extensão de cabeça, com a boca aberta e de língua para fora.

Para muitos investigadores, a técnica de aspiração nasotraqueal – que exige a introdução da sonda no nariz do paciente - é encarada como a finalização da higiene dos brônquios naqueles pacientes que, por alguma razão, não têm capacidade para realizar a sua expectoração de forma autónoma. 

Além de proporcionarem essa higienização, ambas as técnicas caracterizam-se por causarem desconforto aos pacientes e até por representarem um certo risco: se os doentes sofrerem um espasmo, os pulmões não podem ser reexpandidos para que seja possível introduzir o cateter pela laringe. As consequências são graves e até fatais.

Nestes casos, o aspirador de secreção hospitalar só deve ser introduzido quando se torna absolutamente necessário, isto é, naquelas situações em que o paciente não consegue mesmo tossir de forma produtiva e, dessa forma, não tem capacidade para eliminar as substâncias que obstruem as vias aéreas, o que aumenta a probabilidade de ocorrer um colapso pulmonar e infecções.

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O que têm em comum as mais diversas formas de aspiração de secreções?

Quanto à aspiração endotraqueal – executada através de um tubo traqueal -, esta tanto pode ser realizada pelo sistema aberto, como pelo método fechado. O primeiro é o mais comum e conhecido e exige a desconexão da ventilação mecânica para que se realize o procedimento de aspiração de forma asséptica, através da introdução de um aspirador de secreção hospitalar devidamente esterilizado que irá sugar todas as substâncias acumuladas.

Por outro lado, o sistema fechado centra-se na utilização de um cateter de múltiplas utilizações que se encontra localizado entre o tubo endotraqueal e o circuito de ventilador mecânico. Dessa maneira, há um menor risco para o paciente, uma vez que não existe a desconexão desse ventilador.

Embora contem com tantas especificidades, todas estas técnicas aplicadas através de um aspirador de secreção hospitalar têm aspectos em comum, nomeadamente a segurança e a eficiência. De resto, há alguns cuidados que são sempre necessários, inclusive a esterilização do aspirador de secreção hospitalar, além de todos os outros materiais, e a avaliação prévia da necessidade da aplicação dessa técnica.

 

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